segunda-feira, 30 de maio de 2011

THE FIVE MYTHS OF TRUMPET PLAYING/ 5 MITOS DO TROMPETE

Boa noite caros leitores,
Esta noite traduzirei um importante tópico, que todos nós como trompetistas em algum ponto de nossas vidas nos questionamos, e algumas pessoas, passam por estes questionamentos constantemente e por toda a vida. Espero que possa esclarecer alguns pontos, e desta forma minimizar nossas neuroses e complexidades relacionadas ao ato de tocar trompete.

VIDEO DO DIA: Maynard Ferguson e Bill Chase, caros leitores, se voces não conhecem estes dois trompetistas por favor pesquise.

http://www.youtube.com/watch?v=th_5WmwDZVE&feature=related

VIDEO TRIPLE HIGH C! Dó 7.

Rashawn Ross e Adam Rappa



THE FIVE MYTHS OF TRUMPET PLAYING

There are at least five myths that have been circulating for generations – perhaps they always will. In some cases, these myths are perpetuated in order to preserve the ego of those who have not been successful. But these myths are harmful in that they detract from the understanding that achievement, of any sort, is a product of personal determination and effort.

Myth #1: “Only special ‘freaks’ can play in the high register. Don’t waste precious time trying to duplicate their efforts. There are plenty of notes below ‘high C’, on which to devote your time and effort.” FACT: Nearly any player can dramatically improve his high register. What is needed is the desire to do so, and a dedicated, systematic, approach. The high register will not succumb to the casual player.

Myth #2: “If I could find just the right mouthpiece, I too could be a high register artist!” FACT: There are mouthpieces that facilitate brilliance and intensity of sound. These mouthpieces, sometimes labeled “high velocity”, are more “V” shaped, as opposed to “bowl” shaped. Sometimes, usually at the music store when we are “trying” mouthpieces, almost any mouthpiece appears to be superior to the one we are now playing – hence the answer to all our prayers. But pitch is determined by frequency of vibration of your lip. If you can play a C4 on a Schilke 13a4a, you can also do so on a Bach 1 – or any other mouthpiece. Don’t get into the “drawer full of mouthpieces” syndrome. Chose a rim that is comfortable, provides an appropriate “sound” for music/genre in which you are playing, allows good “tongue-ability” and adequate flexibility – then LEARN TO PLAY IT! I am convinced that a larger cup diameter and a more “open” throat actually facilitate the development of the parameters which make high register performance possible. This is perhaps analogous to “swinging two bats before stepping up to the plate.” NOTA BENE – I did NOT say it would be “easier” for you to play “high” on a large mouthpiece, rather than a smaller one. You must remember that any concept of small/large is totally dependent upon YOU! You might just as well ask “what size shirt do you wear”, as ask “what size mouthpiece do you recommended”?

Myth #3: “I need a special trumpet – after all, you only get what you pay for.” FACT: Mouthpiece receivers, varying bores, different bell sizes, and various metal alloys will alter the timbre and playing characteristics of the instrument. But so often, as we are “trying-out” new trumpets, we interpret “feels different” to mean, “is better.” A case in point is the trendy description of “free blowing”, which we hear so often today. In my estimation, this quality is, by no means, universally desirable. Finally, the trumpet, in fact, has even less to do with lip vibration, which determines pitch, than does the mouthpiece.

Myth #4: “Playing and practicing in the high (G2 to C5) register will ruin the middle and low registers and make my tone brittle and laser-like”. FACT: Not practicing all registers equally will allow “one-sidedness” to take place. Practicing the pedal register, especially, will serve to counteract the extreme compression required to perform the high register. More than likely, a piercing, laser-like sound and a “blatty” low register is really the fault of a (for YOU) too small, too shallow mouthpiece. This combination often leads to “jamming” the mouthpiece (into your chops) in order to reach the higher tones – a technique which is sure to elicit the above mentioned complaints.

Myth #5: “You must play in all registers without changing your embouchure”. FACT: I don’t disagree with the above statement at face value, that is, to the extent that was actually intended. But I believe it has been interpreted far too literally because of semantics or simply insufficient explanation. Without reading between the lines, the statement is nonsense! No two tones are played with precisely the same lip setting, let alone the entire register of the trumpet. What is needed is a constantly adjusting embouchure which is capable of moving from the lowest register (soft, forward, and relaxed) through to the very highest register (rolled-in, firm, and tightly compressed). Re-read the last sentence and memorize it. It is urgent that you understand what is meant. The understanding which you believe that you have right now will no doubt be altered as you progress toward the constantly adjusting embouchure. We practice five octaves scales and arpeggios, WITHOUT STOPPING TO RESET THE MOUTHPIECE. In order to be able to do this, it is necessary to be able to adjust your embouchure while playing.



TRADUÇÃO:

Os Cinco Mitos de Tocar Trompete

Existem pelo menos cinco mitos que circulam por gerações, e talvez circulará para sempre. Em alguns casos, eles são perpetuados, afim de protegerem os egos daqueles que não foram bem sucedidos. Porém, este mitos são prejudiciais na medida em que prejudica o entendimento de que a realização/conquista, de qualquer sorte, é um produto de determinação e esforço pessoal.

Mito #1: "Somente pessoas "especiais" "freaks" podem tocar no registro agudo e super agudo. Não deperdiçe teu precioso tempo tentando reproduzir seus feitos. Há uma abundância de notas abaixo do Dó4, que é o Dó super agudo, (duas oitavas acima do Dó terceiro espaço), nas quais voce deve se dedicar e praticar". FATO: Quase todos trompetistas podem melhorar seu registro agudo. O que é necessário é um desejo de faze-lo e uma abordagem dedicada e sistemática. O registro agudo/super agudo nõ irá sucumbir com o instrumentista 'normal'.

Mito #2: "Se eu pudesse encontrar apenas o bocal certo, eu também poderia ser um artista do registro agudo/super agudo." FATO: Existem bocais que facilitam o brilho e a intensidade do som. Estes bocais algumas vezes rotulados de "high velocity/ alta velocidade" são geralmente em formatos em "V", em oposição aos de formatos em "Bowl/Bacia" Algumas vezes quando estamos 'experimentando' novos/diferentes bocais, geralmente qualquer bocal aparenta ser de melhor qualidade e desempenho que o nosso bocal atual, dando-nos assim todas as repostas para nossas orações. Mas, a altura é determinada pela frequencia da vibração de teus lábios. Se voce consegue tocar um Dó4 (Dó super-agudo) em um bocal Schilke 13a4a, voce também conseguirá em uma bocal Bach 1, ou qualquer outro bocal. Não se meta na sindrome da "gaveta cheia de bocais." Escolha uma borda que seja confortável, e proporcione o apropriado de som para a música/estilo que voce está trabalhando, que permita boa 'habilidade na língua', e adequada flexibilidade, e entõ APRENDA A TOCAR NELE! Estou convencido que um 'copo' mais largo e uma 'garganta' (bocal) mais aberta, facilitará o desenvolvimento dos parametros que fará com que o registro agudo/super agudo seja possivel. VEJA BEM: eu não disse que seria mais fácil tocar no registro agudo/super agudo em um bocal grande/fundo ao invés de um pequeno/raso. Voce deve lembrar que qualquer conceito de fundo/raso está totalmente ligado ao indivíduo, (cada um é cada um, o que funciona para mim, pode não funcionar para voce)! Voce poderia muito bem perguntar: Qual tamanho de camisa voce usa/veste? como perguntar: Qual tipo/tamanho de bocal voce pode me recomendar?

Mito #3: "Eu preciso de um trompete especial, afinal voce só recebe por aquilo que paga." FATO: Os receptores de bocais, variam de diametro, os diferentes tamanhos e modelos de campanas e ligas dos metais, somentem mudam o timbre e as características do instrumento. Mas geralmente quando estamos 'experimentando' novos instrumentos, nos confundimos com a relação 'um sentir diferente' com 'soa melhor'. Uma descrição melhor é  nova tendencia de falar em 'free blowing/sopro livre', que ouvimos mutas vezes hoje. Em minha opinião (Clyde E. Hunt) esta qualidade é de nenhuma maneira a universalmente desejável. Finalmente, o trompete na verdade, tem muito menos a ver com a vibração labial, que determina a altura, do que o bocal.

Mito #4: "Tocar e praticar na região aguda/super aguda (G2 a C5, Sol acima do pentagrama, Dó duas oitavas acima do Dó agudo) arruinará suas notas nas regiões médias e graves, e fará com que teu som fique frágil e parecido com um som de 'laser'" FATO: Não praticar todas as regiões semelhantemente, fará com que uma das regiões se desenvolva mais que a outra. Praticar principalmente o registro pedal, compensará a enorme pressão requerida para se tocar nas regiões agudas e super agudas. Mais do que um som 'perfurante' e 'gritante', e um registro grave muito pobre de harmonicos, está totalmente relacionada ao teu bocal (para voce) muito raso e pequeno. Esta combinação normalmente leva o bocal 'interferir' (dentro do teus lábios), afim de que voe consiga tocar as notas agudas - uma técnica que certamente é a mais aporpriada para se ter um resultado acima citado, ou seja um som muito pobre de harmonicos, 'um som magro'.
Mito #5: "Voce deve tocar em todos os registros sem mudar a posição de sua embocadura". FATO: Eu (Clyde E. Hunt) não discordo desta afirmação, no entanto..Eu acredito que tem sido interpretada muito literalmente, talvez por causa da semantica ou por falta de explicações apropriadas. Sem voce ler/ver as entre linhas, esta afirmação não tem sentido. Nem duas notas é possivel serem executadas com a mesma posição de embocadura, imagine então um registro inteiro do trompete. O que se faz necessário é uma embocadura ajustável, que permita sair do grave para o agudo (suave, para frente,e relaxado) através das mais altas notas do trompete (enrolado para dentro, firme, levemente comprimido). Releia a ultima sentença e tente memorizá-la. É extremamente importante que voce entenda o que se está querendo dizer aqui. O entendimento que voce acredita que possui agora, irá paulatinamente se modificar, na medida que voce for se desenvolvendo e se ajustando com sua embocadura. Nós tocamos cinco oitavas, (quero aqui expressar que eu, Samuel Almeida Proença, em algumas escalas consigo tocar 3 oitavas), de escalas e arpegios SEM RETIRAR O BOCAL DOS LÁBIOS, para que isto seja possivel, é necessário ter uma embocadura flexível.

Obrigado por tua visita!
Volte aos teus estudos diários!
Nunca desita!
Um abraço
Samuca

Thanks for stop by!
Never give up!
Keep practicing!
My best wishes for you!
Sam

domingo, 8 de maio de 2011

ARNOLD JACOBS Air/RESPIRAÇÂO

Boa noite meus caros leitores,

Esta semana achei um Blog chamado TRUMPET MATTERS (Questões Trompete), enfim este Blog foi criado por Phil Collins, principal trompete da Cincinnati Symphony Orchestra, já aposentado. Gostei deste Blog, e pedi permissão para ele para traduzir alguns dos artigos que ele colocar na net, ele muito gentilmente me cedeu esta oportunidade.

Blogger Phil Collins said...
Sam, You worked with one of the greats. Fred is much missed. By all means you are welcome to translate any of this that might be of help to people. Phil
8:56 AM

 

VIDEO DO DIA:

Nesta gravação podemos ouvir Maurice Andre, tocando o Oratório de Natal de J.S.Bach. Os trompetistas são Maurice Andre,Bernhard Gediga e Wilhelm Oppermann

 

 

Fueling Up

Imagine filling your car up with gas for a long road trip. You're off and running smoothly. Eventually your gas gauge approaches E, and you must pull over to refuel. For some unknown reason you hurriedly fill the tank only half way before continuing on your long drive.

In less than an hour you must stop again. This time you quickly pump only a couple of gallons. In mere miles you frantically pull off the road, this time adding a measly two pints of gas. At the next station it's just a few dribbles of precious fuel before plunging back into traffic. Soon your long journey is no longer any fun for you or for your engine which is now straining to run on the fumes.

My dad always warned not to let the gas gauge go below half. " Keep the tank full", he said. I took that as a breathing lesson. "The car does not run as well on the bottom of the tank", he would lecture. "It strains the engine." Likewise the brass player has to work much harder when only a small supply of air is used.

Say your long road trip is the off stage Post Horn Solo from the Mahler 3rd Symphony. After a very large intake of air you pull into traffic ever so stealthily, joining the onstage C in perfect harmony. Your good air supply is serving you very nicely, and you are in control and loving it. At the end of the very first phrase however you get a bit rattled as there is so little time to refuel. A hint of panic flashes across your mind as you know you did not get enough air for the next passage. That high A is approaching up ahead, and you only took a sip when you needed to guzzle!

This bad dream has only just begun, for the notes are coming at you faster than you can keep them filled with air. You've got another page and a half to go and already you are gasping! You look around, but there is no assistant in sight! You must learn to survive.

Arnold Jacobs maintained that brass playing is less about chops and more about wind. We don't have chop problems, we have air deficiencies. "Your embouchure is starved for air", he would say. A full intake of air must be followed by an efficient release of the air. There seemed to be nothing that couldn't be remedied by a good dose of wind and song. His first suggestion for my running-out-of-gas dilemma: "Phil, make sure all of your breaths are as full as the first one."


TRADUÇÃO:



Imagine abastecer teu carro com combustível para uma viagem longa. Voce iniciou sua viagem e está tudo correndo perfeitamente. Eventualmente o ponteiro do combustível irá mostrar que voce está na 'reserva', e voce tem de parar para reabastecer. Por alguma razão desconhecida, voce abastece somente pela metade antes de continuar sua viagem longa.

Em menos de uma hora voce terá de parar novamente. Desta vez voce coloca somente alguns litros. Após alguns kilometros rodados voce sai da estrada e agora coloca somente dois litros de combustível. No próximo posto de gasolina voce adiciona alguns poucos preciosos litros de combustível antes de entrar novamente no tráfego. Logo, sua longa viagem, não é nada agradável para voce e muito menos para o motor do teu carro que está 'fritando' e funcionando somente com o 'cheiro' do combustível.

Meu pai sempre me dizia, nunca deixe o ponteiro ficar abaixo da metade, sempre mantenha o tanque cheio, ele dizia. Eu tiro daí, uma lição de respiração. "O carro não funciona muito bem, quando está na reserva do combustível" ele ditaria, "Força muito o motor". Igualmente para o instrumentista de metal, tudo fica muito mais complicado e difícil quando voce usa somente um pouco de ar para tocar.

Digamos que sua 'longa viagem' é o solo fora do palco, para Post Horn, na Sinfonia 3 de Mahler. Após uma tomada de ar muito grande, voce entra no tráfego bastante confiante, ajuntando com a orquestra que está no palco, em perfeita harmonia. Sua quantidade de ar está muito boa, voce está em controle e está amando.

Mas, no final da primeira frase, voce fica um pouco agitado, pois voce só tem bem pouco tempo para reabastecer. Pequenas imagens de pânico começam a surgir em tua mente, pois voce sabe que não pegou ar o suficiente para a próxima frase. Aquele Lá agudo está se aproximando, e voce somente inspirou um golinho, quando na verdade voce deveria esbanjar.

Este pesadelo está apenas no começo, pois a notas estão vindo muito mais rápidas do que voce pode 'enche-las de ar'. Voce ainda tem uma página e meia pela frente e já está ofegante. Voce olha em sua volta, mas não há nenhum assistente à vista! Voce precisa aprender a sobreviver!

Arnold Jacobs afirmava que, para tocar um instrumento de metal é menos lábios e muito mais vento (ar). Nós não temos problemas de lábios, nós temos deficiencias em nosso ar. (em nossa respiração). "Sua embocadura está faminta de ar", ele dizia. Uma inspiração gigantesca precisa vir acompanhada de uma eficiente expiração do ar. Parecia não haver nada que não pudesse ser resolvido por uma boa dose de Wind and Song 'vento e canção'. (Wind and Song, é o nome do livro de Arnold Jacobs, tubista da Chicago Symphony Orchestra). "Phil, certifique-se que todas as tuas inspirações sejam iguais a sua primeira inspiração".

A dica é, devemos aprender a tomar/inspirar, grandes quantidades de ar, mesmo que tenhamos pouco tempo para isto. Nós não teremos sempre o luxo de um 'pit stop' demorado e prolongado, para um descanso apropriado. Mel Broiles (Principal trompete da Metropolitan Orchestra por mais de 30 anos), sempre nos dizia, que os melhores tocadores de metais, inspiram grandes quantidades de ar em um pequeno tempo de respiração. Trata-se de combustível e eficiencia. Quanto maior for o suprimento de combustível maior será o seu desempenho/eficiencia.

Obrigado por tua visita!
Volte aos teus estudos!
Nunca desista!
Um abraço à todos!
Samuca

Thanks for stop by!
Get back to the practice room!
Never give up!
All the best
Sam

sexta-feira, 29 de abril de 2011

1 ano desde a criação...

Boa noite meus caros leitores, hoje dia 29 de abril faz exatamente um ano que criei este Blog.
Muito obrigado por tua participação e por teus comentários.
Um abraço à todos!
Bons estudos e nunca desista de praticar teu trompete!
Samuca

VIDEO DO DIA:





The Main Goal of this Blogl!##Objetivo deste Blog!



Original:

Este é a tecla SAP(Samuel Almeida Proença)do trompete. Meu objetivo na criação deste blog, é ir postando partes dos métodos de trompete, e suas respectivas traduções. Facilitando assim, nossa compreensão e entendimento dos mesmos. Acredito que é importante lermos diretamente da fonte (métodos) o que o autor estava/está querendo nos transmitir.

Obrigado por tua visita, e...vai estudar trompete!!!


TRANSLATION:


This is the SAP's key (Samuel Almeida Proença) of the trumpet. My goal in creating this blog is posting the trumpet parts of methods, and their translations, also I will collect some articles. Thus facilitating our(Portuguese only) comprehension and understanding of them. I believe it is important that we must know from the source (methods) that the author was / is trying to communicate.

Thanks for stop by, and.... pick up your horn and go to the practice room!!!!

segunda-feira, 25 de abril de 2011

STAGE FRIGHT?? MEDO DO PALCO??

Boa noite meus caros leitores,
Este artigo fala sobre algumas estratégias de, como nós, músicos intérpretes, devemos nos munir, quando o assunto se trata de, medo, ansiedade e paralisações, em apresentações/concertos/recitais em público.
Um professor me disse uma vez, o medo, a insegurança (relacionado ao tocar em público) é uma coisa boa, pois significa que estamos muito empenhados em realizar uma excelente performance. Logicamente se este medo, esta preocupação (pré-ocupação; uma ocupação antecipada da mente, em relação ao que está por vir) quando fora de controle, quando exagerado, se torna uma coisa grave, e atrapalha enormemente nossa atuação perante uma platéia.


VIDEO DO DIA:

Gostaria que voces assistissem este video do Canadian Brass, e reparem no primeiro trompete Ryan Anthony (sentado a esquerda de quem assiste). Perceba que esta música é bem complexa (Toccata and Fugue an D minor J.S.Bach arr. FRED MILLS), e repare que em certo momento 2'30 ate 2'50, ele está curtindo este concerto. Desde que assisti este video, tenho pensado, em tentar transmitir esta alegria que é ser músico e poder tocar os sentimentos da platéia.





ORIGINAL:


Strategies to Calm Your Stage Fright

Many musicians experience performance anxiety at some point in their career. In most cases, it is mild and the show goes on. However, stage fright can be distracting and make your performance less than what you had hoped. There is no simple formula for overcoming the jitters. Every musician is different, so what works best for one person, may not work at all for the next. Here are some simple strategies to try before your next big gig:

Days Before

Preparation—Fear often comes from anxiety that you will make a mistake. If you remove the technical distractions by being well rehearsed, your performance will likely go smoother. Know your songs inside and out. Listen to recorded performances and learn everything you can about the pieces and what the composer intended.

Don't just plan for your performance, plan also for the unexpected. Make sure you have backup supplies—batteries, drum sticks, strings, spare reeds, etc. Also, work out details like what you will wear and what mikes and other equipment you will need ahead of time.

Sleep Well—Not getting the proper amount of sleep can make you feel frustrated, anxious, and make it hard to focus. Also, when you are tired it is hard for your mind to think rationally and clearly.

Hours Before

Eat Right—Make sure your regular diet is healthy with plenty of fruits and vegetables. Especially, don't eat greasy or spicy foods just before a concert as they may increase feelings of nausea. Also, avoid alcohol, which may dry out your throat and make you feel less alert. Don't skip meals, even if you don't feel hungry. You will need your energy to get through the gig. Eat light and give yourself plenty of time to digest before the performance. Some musicians swear by eating a banana about 30 minutes prior to going on stage because the potassium and other nutrients act as a natural stress relievers.

Exercise—Use up some of your nervous energy by exercising earlier in the day. If you are back stage and still feel the jitters don't be afraid to do some backstage jumping jacks or push-ups. Also, don't forget to stretch, which will help alleviate physical tension, especially in your arms.

Familiarize—If you are able to "try out" the venue ahead of time with a short dress rehearsal or sound check, you will feel more at ease. Warming up is equally important.


Minutes Before

Meditation and Mental Imagery—Learn to control your thoughts. Before going on stage, imagine yourself giving a relaxed and optimum performance. Empty your mind of all distracting thoughts. This is often easier said than done and may take some practice, so make it a part of your practice routine. Whenever stray thoughts enter your mind, remove them as soon as possible. With practice your mind will interrupt you less and less.

Relax—If you are able to relax your mind and body before going on stage, that attitude will likely carry over into your performance. Starting with your toes and moving up, tense each muscle group for a count of 10 and then relax it while breathing deeply. At the very least, this exercise will take your mind off your performance for a few minutes.

Immediately before you take the stage, check your breathing. Quiet your mind and calm your nerves by forcing yourself to breathe slowly. Close your eyes to shut out the rest of the world. Slow breathing signals your body to stop the adrenaline flow and calm down.

Think Positive—Being concerned about your performance and even a little nervous isn't necessarily a bad thing, it may even help you to stay focused and play your best. However, dwelling on possible mistakes will only make you more stressed. Change to a positive state of mind where you picture yourself sailing through the performance, wowing the audience, and playing every note correctly.

During

Once you are on stage don't forget to enjoy yourself. The audience wants you to succeed and they are rooting for you. Make eye contact and don't forget to smile. Don't get stiff or resort to nervous body language. Make a conscience effort to relax and loosen up.


TRADUÇÃO:

Estratégias para Acalmar seu Medo do Palco


Em algum ponto durante suas carreiras muitos músicos experimentam ansiedades relacionadas à performance/recital/concerto. Na maioria dos casos, são coisas leves/pequenas e o 'show' concerto/recital/apresentação precisa continuar. Entretanto, medo de palco pode distrair e pode fazer com que teu concerto/recital resulte menos do que voce estava desejando/esperando. Não existe uma formula simples para superar o nervosismo. Todo músico é diferente, então o que funciona melhor para uma pessoa, não necessariamente funcionará para a outra. Aqui vão algumas estratégias simples os quais voce pode testar antes de sua próxima apresentação/concerto/recital,etc:


Dias Antes


Preparação --- O medo geralmente aparece junto da ansiedade de que voce cometerá algum erro. Se voce remover as distrações técnicas, através de um ensaio/preparação bem elaborada, sua performance irá provavelmente ocorrer tranquila. Saiba tua música por dentro e por fora. Ouça as gravações, dê preferencia para gravações ao vivo, e aprenda tudo o que puder sobre as músicas e sobre quais foram as intenções do compositor.


Não planeje somente para seu concerto, planeje-se para o inesperado. Tenha certeza que voce tem um 'backup' de suprimentos-- baterias, baquetas, cordas, palhetas, molas do pistão, elasticos para segurar a chave de 'guspo' caso ela se arrebente, etc. Também, pense em que roupa voce tocará e em quais outras coisas voce precisara, outros equipamentos que voce precisará antes de precisar.

Durma bem---Não ter dormido tempo suficiente pode te fazer sentir frustrado, ansioso e com baixa capacidade de concentração. Também, quando voce está cansado é dificil para tua mente pensar racionalmente e claramente.


Horas Antes


Alimente-se apropriadamente--- Tenha certeza que tua dieta seja saudável, repleta de frutas e vegetais. Especialmente, não coma comidas gordurosas e apimentadas pouco antes de um concerto, porque estas comidas aumentam as sensações de náuseas. Também, evite bebidas alcoólicas, que consequentemente seca tua garganta e te faz sentir pouco alerta. Não pule as refeições, ainda mesmo que voce não sinta fome. Voce, certamente precisará desta energia para 'atravessar' esta 'jornada', que é tua apresentação/concerto/recital. Alimente-se de comida leve, e permita-se muito tempo, para que tua digestão ocorra muito antes de seu concerto. Alguns músicos juram, que, se voce comer uma banana 30 minutos antes de subir ao palco, por causa do potássio e outros nutrientes agirem como um aliviador/relaxante natural de estresse.

Exercite-se---Utilize-se de tuas energias de tensões e nervosismos para praticar exercícios físicos bem cedo naquele dia (dia do concerto). Se voce está na coxia (atrás do palco) e começar a sentir nervoso não se envergonhe em fazer alguns exercícios neste local, como algumas flexões e alguns pulos. Também, não se esqueça de se alongar, o que te ajudará aliviar suas tensões físicas, especialmente em teus braços.


Esteja familiarizado---Se voce pode 'experimentar' testar o local antes do tempo com um pequeno ensaio geral ou apenas uma pequena passagem de som, voce se sentirá mais confortável. Se aquecer é igualmente importante.


Minutos Antes


Meditação e Imagens mentais---Aprenda a ter controle sobre teus pensamentos. Antes de ir ao palco, imagine, voce tocando relaxadamente e tocando uma ótima apresentação. Esvazie tua mente de todo pensamento de distração. Isto é geralmente mais fácil de dizer/falar/escrever do que realmente por em prática, por isto pratique este tipo de controle, por isto coloque este tipo de exercício em tua prática diária em teu instrumento. Em qualquer momento que pensamentos diversos entrar em tua mente, remova-os o mais rápido possivel. Com alguma prática sua mente te incomodará cada vez menos e menos.

Relaxe-- Se voce é capaz de relaxar tua mente e seu corpo antes de subir ao palco, esta atitude será transportada em tua apresentação. Comece com teus dedões dos pés e suba, tensione cada grupo de músculos e conte até 10 então relaxe-os enquanto voce respira profundamente. Até o último minuto, este exercício 'tirará tua mente' de sua apresentação por algumas vezes.

Imediatamente antes de entrar no palco, cheque tua respiração. Silencie tua mente e acalme teus nervos forçando-te a respirar lentamente. Feche teus olhos para voce desligar-se do resto do mundo. Uma respiração lenta direciona teu corpo a parar tua corrente de adrenalina e se acalmar.

Pense Positivo---Estar preocupado com sua apresentação e ainda estar um pouco nervoso não é exatamente uma coisa ruim, pode te ajudar a te manter focado e fazer voce tocar o seu melhor. Entretanto, se concentrar nos possíveis erros te fará somente ficar mais estressado. Mude para um estado positivo mental aonde voce imagina-se 'navegando' através de tua apresentação, encantando o público, e tocando cada nota corretamente.


Durante


Uma vez que voce já está no palco não se esqueça de sentir muito prazer.(Aquela imagem do Ryan Anthony no video acima). A platéia quer ver voce ter sucesso e eles estão torcendo por voce. Faça contato com teus olhos e não se esqueça de sorrir. Não fique travado ou recorra aos movimentos de corpo por estar nervoso. Faça um esforço consciente para relaxar e soltar-se.


Obrigado por tua visita!
Volte aos teus estudos!
Nunca desista! Pratique sempre!
Um abraço à todos!
Samuca


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Sam

segunda-feira, 18 de abril de 2011

TRUMPET BREATHING! James Stamp Breathing!

Boa noite meus caros leitores,

Continuando o tópico de respiração, traduzirei o trecho do método de James Stamp que sugere alguns exercicíos de respiração para todo instrumentista de sopro, em especial o (a) trompetista.
Coloquei logo abaixo, um vídeo que demosntra como o nosso Sistema Respiratório funciona, este vídeo tem 7 minutos e 12 segundos, vale apena assistir até o final.
É de extrema importância para nós, entendermos como funciona nosso aparelho respiratório.
Lembre-se, pratique teu trompete sempre, e voce será um (a) excelente trompetista, ouça músicas dos mais variados generos e instrumentos e voce será um (a) excelente músico (a).


VIDEO DO DIA:



ORIGINAL:

James Stamp Warm-ups + Studies

Éditions BIM 1981 page 2

Breathing
Some Preliminary Exercises

I

Inhale for 8 counts --- Hold for 8 --- Breathe Out in 8
Repeat 8 times

Inhale for 8 --- Breathe Out in 1 --- Hold for 8
Repeat 8 times

Inhale in 1 --- Hold for 8 --- Breathe Out in 8
Repeat 8 times

INCREASE THE COUNTS. KEEP SLOW COUNTS.

II

Take the biggest possible breath and then keep adding a sipping breath until no more can be taken.


III

Sit in a chair. Keep knees together and bend head as for down as possible, then inhale the full capacity. Repeat several times and the intercostal area will be developed.


IV

Blow great gusts of air through the trumpet (First remove the mouthpiece). Be careful, at first you might get dizzy. 8 or 10 times are plenty after you get used to the exercise.


TRADUÇÃO:


James Stamp Aquecimentos + Estudos

Edição BIM 1981 Página 2

Respiração
Alguns Exercícios Preliminares


I


Inspire/Puxe em 8 --- Segure/Prenda por 8 --- Expire/Solte para fora em 8
Repita 8 vezes

Inspire em 8 --- Expire em 1 --- Segure/Prenda por 8
Repita 8 vezes

Inspire em 1 --- Segure/Prenda por 8 --- Expire em 8
Repita 8 vezes

AUMENTE O NÚMERO DAS CONTAGENS. MANTENHA UM RITMO LENTO QUANDO CONTAR.


II


Respire(Inspire) o máximo que voce conseguir (SEM TENSÕES) e continue a 'tomar' ar como se voce estivesse 'bebendo de golinho' este ar até não caber mais.


III


Sente-se em uma cadeira. Mantenha seus joelhos juntos e se curve para frente, colocando tua testa encostada em tua canela, inspire o máximo que puder. Repita inúmeras vezes e tua aréa intercostal (teus músculos intercostais) serão desenvolvidos.


IV

Assopre grandes rajadas de ar através do trompete (Primeiro remova o bocal). Tenha cuidado, pois em um primeiro momento voce poderá ficar 'tonto' zonzo. Repita de 8 a 10 vezes, são suficientes, depois que voce se acostuma com este exercício.

Obrigado por tua visita!!
Volte aos teus estudos de trompete!!
Pratique sempre! Nunca desista!
Um abraço à todos!
Samuca


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Sam

quarta-feira, 6 de abril de 2011

BREATHING EXERCISES

Boa noite meus caros leitores,
Falarei um pouco sobre um dos mais importantes aspectos de como tocar o trompete.
Respiração!!!
Se não respirarmos apropriadamente, jamais tocaremos o trompete como poderíamos tocar.
Se voce não está feliz do jeito como voce toca, experimente praticar mais exercícios de respiração e voce verá a enorme diferença, mas se voce já está contente como voce toca, pratique exercicios de respiração da mesma forma.

VIDEO DO DIA:
Muito se fala sobre o diafragma, mas como não podemos vizualizar, infelizmente ficamos no plano da imaginação. Sorte nossa em nossos dias a net facilita em muita coisa, e aqui coloco este vídeo que encontrei no Youtube. Aqui vemos o diafragma em 3D.



ORIGINAL:

Breathing as a bridge
It is thought by many cultures that the process of breathing is the essence of being. A rhythmic process of expansion and contraction, breathing is one example of the consistent polarity we see in nature such as night and day, wake and sleep, seasonal growth and decay and ultimately life and death. In yoga, the breath is known as prana or a universal energy that can be used to find a balance between the body-mind, the conscoius-unconscoius, and the sympathetic-parasympathetic nervous system. Unlike other bodily functions, the breath is easily used to communicate between these systems, which gives us an excellent tool to help facilitate positive change. It is the only bodily function that we do both voluntarily and involuntarily. We can consciously use breathing to influence the involuntary (sympathetic nervous system) that regulates blood pressure, heart rate, circulation, digestion and many other bodily functions. Pranayama is a yoga practice that literally means the control of life or energy. It uses breathing techniques to change subtle energies within the body for health and well being. Breathing exercises can act as a bridge into those functions of the body of which we generally do not have conscious control.
An example of how life affects physiology
During times of emotional stress our sympathetic nervous system is stimulated and affects a number of physical responses. Our heart rate rises, we perspire, our muscles tense and our breathing becomes rapid and shallow. If this process happens over a long period of time, the sympathic nervous system becomes over stimulated leading to an imbalance that can affect our physical health resulting in inflammation, high blood pressure and muscle pain to name a few. Consciously slowing our heart rate, decreasing perspiration and relaxing muscles is more difficult than simply slowing and deepening breathing. The breath can be used to directly influence these stressful changes causing a direct stimulation of the parasympathetic nervous system resulting in relaxation and a reversal of the changes seen with the stimulation of the sympathetic nervous system. We can see how our bodies know to do this naturally when we take a deep breath or sigh when a stress is relieved.

TRADUÇÃO:

A Respiração como uma ponte


É considerado por muitas culturas que o processo de respiração é a essência do ser. Um processo rítmico de expansão e contração, a respiração é um exemplo da polaridade consistente que vemos na natureza, tais como dia e noite, acordar e dormir, crescimento sazonal e decadência e, finalmente, a vida e a morte. No yoga, a respiração é conhecida como prana ou energia universal que pode ser usado para encontrar um equilíbrio entre o corpo-mente, o consciente e o subconsciente, e o sistema nervoso. Ao contrário de outras funções corporais, a respiração é facilmente usado para comunicação entre esses sistemas, o que nos dá uma excelente ferramenta para promover uma positiva mudança. É a única função do corpo que fazemos voluntária ou involuntariamente. Podemos usar a respiração consciente para influenciar o involuntário (sistema nervoso) que regula a pressão arterial, freqüência cardíaca, circulação, digestão e muitas outras funções corporais. Pranayama é uma prática de yoga, que significa literalmente o controle da vida ou energia. Ele usa técnicas de respiração para alterar energias sutis no interior do corpo para a saúde e bem estar. Os exercícios de respiração podem atuar como uma ponte para as funções do corpo que geralmente não temos controle consciente.



Um exemplo de como a vida afeta a fisiologia



Durante períodos de estresse emocional nosso sistema nervoso é estimulado e afeta uma série de respostas físicas. Nosso freqüência cardíaca aumenta, a gente transpira, nossos músculos ficam tensos e nossa respiração torna-se rápida e superficial. Se esse processo acontece durante um longo período, o sistema nervoso fica mais estimulado/agitado levando a um desequilíbrio que pode afetar nossa saúde física, resultando em inflamação, pressão alta e dores musculares para citar alguns. Conscientemente, retardar nossa freqüência cardíaca, diminuir a transpiração e relaxar os músculos é mais difícil do que simplesmente retardar e aprofundar a respiração. A respiração pode ser usada para influenciar diretamente essas mudanças estressantes causando uma estimulação direta do sistema nervoso, resultando em relaxamento e uma reversão das alterações observadas com a estimulação do sistema nervoso. Podemos ver como nosso corpo sabe fazer isso, naturalmente, quando nós tomamos uma respiração profunda ou suspiramos quando sentimos aliviados.



Obrigado por tua visita!
Respire muito e teu som melhorará muito!
Bons estudos, nunca desista!
Um abraço à todos!
Samuca



Thanks for stop by!
Have a nice day!
Practice your trumpet always!
Never give up!
Sam

domingo, 20 de março de 2011

Rafael Méndez Biograph

Bom dia meus caros leitores,

Neste artigo falarei sobre um dos maiores trompetistas de todos os tempos! Rafael Méndez, foi um trompetista mexicano que fez um enorme sucesso nos Estados Unidos e no mundo.
Para se ter uma idéia este homem sofreu por duas vezes um acidente em sua boca, impossibilitando-o de tocar trompete. O primeiro acidente, ele estava com 26 anos de idade, enquanto ele fazia seu aquecimento, alguém abriu uma porta descuidadamente batendo em seu trompete que consequentemente bateu em sua boca. O segundo quando ele tinha 61 anos de idade, enquanto assistia a um jogo de beisebol, foi atingido por um taco de beisebol que inadvertidamente foi lançado ao ar. E nesta época Rafael Méndez já estava sofrendo há algum tempo de asma. Este segundo acidente somado aos problemas asmáticos fez com que ele diminuísse sua agenda de concertos drasticamente.

VIDEO DO DIA:




BIOGRAPH:

Rafael Méndez was born on March 26, 1906 in Jiquilpan, Mexico. His musical training began when he was five, when his father needed a trumpet player for the orchestra comprised of family members. The Méndez orchestra was a popular performing group and appeared regularly at festivals and community gatherings. Rafael loved the trumpet and actually practiced more that his father allowed.

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In 1916, the Méndez orchestra performed for guerrilla leader Pancho Villa. He was so taken with the family orchestra, that he “drafted” the family into his army. Rafael quickly became Villa’s favorite player, and after several months demanded that Méndez stay with the rebels, even after the rest of his family were allowed to return home. Months later, Méndez was released from the rebel army, and he began to perform in several travelling circus bands, in addition to the family orchestra. He joined the Mexican army in 1921, where he played in the army orchestra.

At age twenty, Méndez moved to the United States, working in steel mills in Gary, Indiana. Unhappy that he could not play his trumpet as much as he desired, Méndez moved to Flint, Michigan, where he began working at the Buick Company plant and playing in the company band. After winning a last minute audition for the Capitol Theatre orchestra, Méndez moved to Detroit. He began working with other orchestras in the area, including the Ford orchestra and the Fox Theatre orchestra. It was also in Detroit that Méndez met and married his wife, Amor Rodriguez.

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In 1932, Méndez suffered the first of two, horrific embouchure accidents. While warming up at the Capitol Theatre, a door was carelessly thrown open, his trumpet crushed against his face. After studying with several famous trumpet teachers without success, he returned to Mexico to study with his father. A year later, Méndez returned to the United States, moved to New York and joined the band of Rudy Vallee. After touring Southern California with the Vallee’s band, Méndez and his wife fell in love with California and moved there in 1937. Méndez’s twin son, Rafael Jr. and Robert were born shortly before the move to California.

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In 1939, Méndez joined the MGM orchestra, where he played on several movie soundtracks and performed regular live concerts. After hearing an MGM concert featuring Méndez, a Decca records representative offered him a twelve record contract. He was also contracted to arrange, compose, and author trumpet method books by the Carl Fischer company. Méndez began to appear more frequently as a soloist with orchestras away from the movie studio. He appeared on such well-known shows as The Bing Crosby Show, The Red Skelton Show, The Art Linkletter Show, and Milton Berle’s The Texaco Star Theater, and Xavier Cugat and his orchestra featured Méndez as a regular soloist at the Hollywood Bowl. Méndez’s popularity as a trumpet soloist led to conflicts with his MGM schedule, and in 1949, he left the orchestra.

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It was at this time that Méndez began his full-time career as a trumpet soloist. He appeared with symphony orchestras, college ensembles, concert bands and big bands across the United States and Europe. Soon he was performing more than one hundred concerts per year. Méndez had a strong sense of duty toward education and began to work with public school bands as a soloist and clinician more frequently as his career progressed. His fame led to him signing an endorsement contract with the F.E. Olds & Sons trumpet manufacturing company. In the 1950s, Méndez began to appear in concert with his twin sons, who had also learned to play trumpet. He also began to appear regularly with Roy Rogers and Dale Evans.

By the late 1950s, Méndez was having serious asthma related problems. He increasingly was having difficulty playing the trumpet to his own high standards. In 1967, he was hit in the face with an errant bat while attending a baseball game in Mexico. He eventually healed, but the accident, combined with his failing health led him to cut his concert schedule drastically. He finally retired from performing in 1975, but continued to compose and arrange. Méndez died, at home, on September 15, 1981.
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TRADUÇÃO:
Rafael Méndez nasceu em 26 de março de 1906 em Jiquilpan, no México. Sua formação musical começou quando ele tinha cinco anos, quando seu pai precisava de um trompetista na orquestra composta de membros da família. A orquestra Méndez era um grupo popular e aparecia regularmente em festivais e encontros da comunidade. Rafael adorava o trompete e realmente praticava muito mais que seu pai permitia.
 
Em 1916, a orquestra Méndez tocou para o líder guerrilheiro Pancho Villa. Ele estava tão empolgado com a orquestra da família Mendéz, que "inseriu" a família em seu exército. Rafael tornou-se rapidamente o músico favorito de Villa, e após vários meses exigiu que Méndez ficasse com os rebeldes, mesmo que sua família fosse autorizados a voltar para casa e descansar. Meses depois, Méndez foi liberado do exército rebelde, e ele começou a atuar em várias bandas de circo itinerante, além da orquestra da família. Ele se juntou ao exército mexicano em 1921, onde tocou na orquestra.

Aos vinte anos, Méndez se mudou para os Estados Unidos, trabalhando em usinas siderúrgicas em Gary, Indiana. Infeliz que ele não podia tocar a seu trompete, tanto quanto ele desejava, Méndez se mudou para Flint, Michigan, onde começou a trabalhar na fábrica da Empresa Buick e tocava na banda da empresa. Depois de vencer um teste de última hora para a orquestra do Teatro Capitol, Méndez se mudou para Detroit. Ele começou a trabalhar com outras orquestras na área, incluindo a orquestra da Ford  e também a orquestra do Teatro Fox. Foi também em Detroit que Méndez conheceu e casou-se com sua esposa, Amor Rodriguez.

Em 1932, Méndez sofreu o primeiro de dois acidentes horríveis em sua embocadura. Enquanto se aquecia no Teatro Capitólio, uma porta foi descuidadamente aberta, e batendo em seu trompete que esmagou contra seu rosto. Depois de estudar com vários professores famosos de trompete, sem sucesso, ele voltou ao México para estudar com seu pai. Um ano depois, Méndez voltou para os Estados Unidos, mudou-se para Nova York e entrou para a banda de Rudy Vallee. Depois da turnê pelo sul da Califórnia com a banda Vallee, Méndez e sua esposa se apaixonaram pela Califórnia e mudaram-se para lá em 1937. O filho gêmeo de Méndez, Rafael Jr. e Robert nasceram pouco antes da mudança para a Califórnia.

Em 1939, Méndez integrou a orquestra da MGM, onde ele tocou em várias trilhas sonoras de filmes e realizava regularmente concertos ao vivo. Depois de ouvir um concerto de Mendéz com a MGM, um representante da Decca Records ofereceu-lhe um contrato para gravar doze discos. Ele também foi contratado para organizar, compor e escrever métodos de trompete para a empresa Carl Fischer. Méndez começou a aparecer mais frequentemente como solista com orquestras distantes do estúdio de cinema. Ele apareceu como solista em shows muito conhecidos como The Bing Crosby Show, The Red Skelton Show, The Art Linkletter Show, e Milton Berle A Texaco Star Theater, e com Xavier Cugat e sua orquestra Méndez apresentou-se como solista regular no Hollywood Bowl. A popularidade de Méndez como um trompetista solista levou a conflitos com sua agenda da MGM e, em 1949, ele deixou a orquestra.

Foi nessa época que Méndez começou sua carreira em tempo integral como solista de trompete. Ele apareceu com orquestras sinfônicas, conjuntos de faculdade, bandas de concerto e big bands nos Estados Unidos e Europa. Logo ele estava realizando mais de cem shows por ano. Méndez tinha um forte sentido de dever para com a educação e começou a trabalhar com mais frequencia em bandas de escolas públicas como solista e clinico a medida que sua carreira progredia. Sua fama o levou a assinar um contrato de patrocínio com a Olds FE & Sons, uma empresa de fabricar trompete. Na década de 1950, Méndez começou a aparecer em conjunto com seus filhos gêmeos, que também aprenderam a tocar trompete. Ele também começou a aparecer regularmente com Roy Rogers e Dale Evans.

No final dos anos 1950, Méndez estava com problemas de asma grave. Ele estava cada vez mais com dificuldades em tocar trompete para seus altos e próprios padrões. Em 1967, ele foi atingido no rosto com um bastão errante enquanto participava de um jogo de beisebol no México. Ele acabou curado, mas o acidente, juntamente com sua saúde precária levou-o a cortar sua agenda de shows drasticamente. Ele finalmente aposentou-se dos concertos, em 1975, mas continuou a compor e arranjar. Méndez morreu, em sua casa, no dia 15 de setembro de 1981.
 
Obrigado por tua visita!


Volte aos estudos de teu trompete!
Um abraço à todos!
Samuca

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Never give up!
Keep practicing your trumpet!
My best wishes for you!
Sam