Este é a tecla SAP(Samuel Almeida Proença)do trompete. Meu objetivo na criação deste blog, é ir postando partes dos métodos de trompete e artigos, e suas respectivas traduções.Obrigado por tua visita, e...vai estudar trompete!!!
The purpose of this Blog is to help Brazilian trumpet students and trumpet students from Portuguese's language countries, I translate partials of methods and books.
Boa noite caros leitores, espero que voces estejam tirando algum proveito destes artigos, se algum de voces meus caros colegas e amigos tiverem alguma dúvida ou sugestão por favor não hesite em me mandar.
Este artigo foi tirado com a permissão do trompetista aposentado da Orquestra Sinfonica de Cincinnatti,Phil Collins do Blog Trumpet Matters.
Um artigo para refletirmos em nossa vida como seres humanos e como músicos trompetistas.
"Step right up. You're next. Take your seat, please fasten your seat belt. Here we go. Hold on!"
You know what to expect. Fright happens on rides. That's part of the deal. Scary goes with the territory. Oh that the ups and downs of trumpet playing could be as much fun as a roller coaster ride, but that depends upon your perspective. The key is knowing what to expect and learning from your experiences.
Ever notice how much more traumatic that very first ride on the racer is? The next one is much easier as you learn to manage the bumps rather than just survive. If you quit at first fright, you never get to enjoy. Hey, next time, hands up, no fear!
Downward plummets happen in life too. Failures, coming in second, third, or not at all, is part of the adventure. Remember that today's winners were yesterdays losers. The wise losers hang around long enough to win the next time. Precious lessons are ready for the taking for those who look to ride again. Don't go home. Get back in line.
"Um passo avante. Voce é o próximo. Tome seu assento, prenda teu cinto de segurança. E lá vamos nós. Segure-se!"
Voce sabe o que esperar. Medo e sustos acontecem neste passeio. Isto faz parte do negócio. O assustador vem junto com o território. Humm, os altos e baixos do 'negócio' de tocar nosso trompete bem que poderia ser divertido assim como o é na montanha russa, mas claro sempre depende de tua perspectiva. O 'segredo' é saber o que voce espera e o que voce aprende com tuas experiências.
Já notou como a primeira vez na montanha russa sempre é a mais traumática? A próxima rodada sempre é a mais 'relax' assim que voce aprende como lidar com os trancos do que apenas tentar 'sobreviver'. Se voce simplesmente desistisse na primeira tentativa, voce nunca irá ter a chance de se divertir. Hein! na próxima vez, mãos para cima, sem medo!
Coisas inesperadas também acontecem em nossas vidas. Fracassos, chegar em segundo, terceiro, ou não ser aprovado simplesmente, faz parte da aventura de viver. Lembre-se de que os vencedores de hoje são os perdedores de ontem. Os perdedores sábios permanecem o tempo que for preciso na lida da vida para sair vencedor na próxima vez. Lições preciosas são adquiridas por aqueles que estão dispostos a tentar mais uma vez. Não vá para casa. Volte para a linha de 'batalha'.
Obrigado por tua visita!
Volte ao teus estudos de trompete!
Pratique sempre com inteligência!
Uma abraço à todos!
Samuca
Thanks for stop by!
Never give up!
All the best for you!
Sam
Boa noite caros leitores, hoje estou postando sobre um assunto que um amigo meu sugeriu, como devemos estudar o trompete piccolo? Como trompetista, sempre gostei de tocá-lo, mas nunca me perguntei o que e como deveria praticá-lo, hoje fiz uma pesquisa e aqui estou providenciando uma tradução de algumas sugestões.
Video do dia: Ouça! E muito! este gigante do Trompete! Maurice Andre!! Sinta-se a vontade de pesuisar mais videos dele tocando trompete piccolo na internet!
How to Play a Bb Piccolo Trumpet?
Learning to play a Bb piccolo trumpet is challenging in ways that do not apply to a regular Bb trumpet. An Eb trumpet has similar physical constraints, but the piccolo trumpet, regardless of the key it is set in, requires a much more accurate approach to air stream and embouchure placement. The shorter lead pipe, the smaller bell and the octave difference in pitch from a standard trumpet all contribute to the difficulties associated with the instrument.
Instructions
1)Before playing any notes on the trumpet, buzz your lips without touching the mouthpiece. Simulate the sound of any major scale of your choice. Follow the scale with buzzing a melody that requires you play a pitch above F5.
2)Place your lips against the mouthpiece and buzz as normal. You will immediately notice that the sound coming out of the horn is an octave higher than that of a standard Bb trumpet. Getting used to this new transposition will take at least 30 to 60 minutes of practice per day for no less than 3 weeks.
3)Play a Bb major scale beginning on concert middle C. Proceed to play one octave of the scale going up back down to the starting pitch. Now play this same scale with the range of two octaves. Covering, at minimum, two octaves of every known major scale will quickly develop your ear to the new transposition.
4)Practice whole notes. Pick any pitch above F4 and play the corresponding pitch on the piccolo trumpet. Hold this pitch for at least 10 seconds. Follow this exercise by selecting at least five more pitches and repeat the process. While holding each pitch try attempt to listen down the octave to the pitch that would normally come out of a standard Bb trumpet. Doing this will help to adjust the physical challenges of holding a higher note to the sound of the lower octave you have internalized for so long on your other trumpet.
5)Practice tightening your embouchure. While playing either a scale or a melody, pay attention to how tight your embouchure is. This is the most important step in developing a new set of chops for the instrument. Bb piccolo trumpet requires a much tighter embouchure than any other keyed trumpet. Flex your muscles to the side of your mouth while playing and continue this exercise until the pain is too much to bear.
TRADUÇÃO:
Como tocar o Trompete Piccolo em Sib?
Aprender a tocar o trompete piccolo é desafiador em muitas maneiras, que não se aplica ao trompete em Sib. Um trompete em Mib tem algumas semelhanças fisicas, mas o trompete piccolo, independentemente da afinação que está ajustada requer uma abordagem muito mais acurada da 'coluna de ar' e da 'colocação/posição' da embocadura. O 'lead pipe' mais curto, a campana menor e a diferença de oitavas se comparadas ao 'standard' trompete tudo isto contribui para com as dificuldades associadas com o trompete piccolo.
INSTRUÇÕES:
1) Antes de tocar qualquer nota no trompete, faça 'abelhinha com teus lábios sem tocar o bocal. Simulando o som de qualquer escala maior de sua preferência. A seguir 'abelinha' uma melodia que te faça chegar a tem acima da nota Fá5.
2) Coloque teus lábios no bocal e 'buzz' normalmente. Voce imediatamente irá perceber que o som que está sendo produzido é uma oitava acima do que o trompete em Sib 'standard'. Até que voce se acostume com este novo tipo de transposição, voce irá necessitar pelo menos 30 até 60 minutos de prática por dia não menos que 3 semanas.
3) Toque uma escala em Sib maior começando na nota de 'concerto' Dó. Proceda tocando uma oitava acima e volte até a nota inicial. Agora toque novamente esta escale com a tessitura d duas oitavas. Cobrindo, ao menos, duas oitavas de todas as escalas maiores voce logo irá desenvolver teus ouvidos para com a nova transposição.
4) Pratique notas longas. Escolha qualquer nota acima do Fá4 e toque a nota correspondente em seu trompete piccolo. Mantenha as notas por pelo menos 10 segundos cada. Siga este exercício escolhendo pelo menos mais cinco notas e repita o processo. Enquanto voce estiver tocando a nota no trompete piccolo tente ouvir a mesma nota uma oitava abaixo, o que normalmente soaria no trompete em sib 'standard'. Fazendo isto ajudará a te ajustar com os físicos desafios de 'segurar' uma nota que soa uma oitava acima do que voce tem enraizado por tanto tempo após anos de estudos em seu trompete Sib.
5) Pratique 'comprimir' sua embocadura. Enquanto voce estiver tocando uma escala ou uma melodia, preste atenção o quão 'apertado' está tua embocadura. Este é o mais importante passo no processo de desenvolvimento um novo 'aparato' de lábios para este instrumento. O trompete piccolo requer uma embocadura muito mais 'apertada' do que outras afinações de trompetes. Flexione os músculos do canto de sua boca enquanto estiver tocando e mantenha fazendo isto até que voce sinta uma dor imensa que voce não aguente mais.
AGORA, POR FAVOR NÃO EXAGEREM EM TEUS ESTUDOS NO TROMPETE PICCOLO, ESTE INSTRUMENTO TRABALHA EM ALTA PRESSÃO, VOCE PODE SE PREJUDICAR PARA SEMPRE. APRECIE COM MODERAÇÃO! Obrigado por tua visita! Nunca desista de teus sonhos! Mas, sempre estude e pratique conscientemente! Um abraço à todos! Samuca
Thanks for stop by! Never give up! Practice always! All the best for you! Sam
Boa noite caros leitores, quero aqui partilhar uma frase para que possamos refletir.
Como eternos estudantes, sempre praticamos nosso instrumentos. Mas, precisamos ter cuidado para não sermos somente técnicos e sim MÚSICOS!!
"Always keep in mind that technique is NOT and end in itself, but rather a MEANS to support musical expression"
"Sempre tenha em mente que os estudos técnicos NÃO são um fim em si mesmo, mas é sim um MEIO para apoiar a expressão musical"
Esta frase tirei da introdução do método de Michael Sachs, isto é somente um parágrafo da introdução.
Obrigado por tua visita!
Sempre pratique, mas não seja um técnico e sim um músico!
Nunca desista!
Um abraço
Samuca
Thanks for stop by!
Always practice, but never give up your musical expression!
All the best
Sam
Boa noite caros leitores, neste artigo traduzirei o texto relacionado ao importante tópico DESCANSAR?
Pratique, estude muito e sempre! Mas sempre tenha em mente que o descanso é essencial, aliás é FUNDAMENTAL!!
"Stop or you'll blow your brains out, or worse yet, your chops!" Woodwind players can always buy more reeds, but brass players can't buy a new box of lips. Easy does it with those non-stop workouts.
You've certainly got a metronome, tuner, and maybe even a decibel meter in the practice room, but how about a timer? You need something that regularly signals that it's time to rest and come up for air. The chops need a break and some fresh blood circulation. Muscles are strengthened by resting as well as by exertion.
Mandatory resting might seem like advice for wimps. Hence, you rarely see a timer in a trumpet player's bag of goods. For us obsessive/compulsive types some sort of stopping device should be a must-have.
Andre is reported to practice many times a day in brief sessions. Vacchiano advised us to put the horn down while the embouchure still feels good. Strategic resting preserves chops while impatient blasting tends to destroy them quickly. Try practicing a little a lot rather than a lot a little.
TRADUÇÃO:
PARE JÁ!! "Pare imediatamente, senão voce irá explodir teus miolos, ou pior teus lábios! " Instrumentistas de madeiras podem sempre comprar uma caixa extra de palhetas, mas nós instrumentistas de metal, não podemos comprar uma caixa extra de 'lábios'. Fácil, com aqueles estudos longos, que não descansamos quase nunca. Voce, caro estudante, certamente possui, um metronomo, um afinador, e talvez até possua uma medidor de decibéis em tua sala de estudos. Agora, que tal um medidor de tempo,um cronometro?? Voce necessita de uma cronometro com alarme, que lhe faça referência no momento em que voce deve parar e descansar, sair para respirar, tomar um ar. Os nossos lábios precisam de um descanso, e precisam de uma renovação sanguínea! Os músucolos são treinados tanto pelo esforço bem como pelo descanso. Descansos 'mandatórios' podem parecer que são somente para os fracos. Por isto voce raramente encontrará um temporizador em um estojo de um trompetista. Para nós do tipo obsessivos/compulsivos nos cai bem um dispositivo de paragem obrigatória. Isto deverá ser uma coisa a mais! Maurice Andre é/era conhecido por estudar o dia todo mas em pequenas doses. Vachianno dizia que é melhor colocar o trompete no estojo quando ainda os lábios estão inteiros. Descansos estratégicos são benéficos, enquanto o estudo descontrolado e forte, traz enormes prejuízos, destruindo os nossos lábios. TENTE PRATICAR UM POUCO MAS MUITO DO QUE MUITO DE POUCO.
Obrigado por tua visita! nunca desista de teus estudos!! Nunca desista de teus sonhos! Um abraço Samuca
Thanks for stop by! Never give up! Never give up your dreams! All the best Sam
Boa noite caros leitores, este artigo fala-nos da importância que temos para com as dinâmicas suaves.
Meu professor Fred Mills costumava me dizer, "Um trompete pode tocar mais forte do que dez violinos juntos, mas....Pode tocar mais suave que um somente". Caros leitores, pratiquemos este tipo de exercícios, suaves, pianos, e pianíssimos. (ppp) Não significa P...porrada no prato...
Keep this picture in mind as you practice this week. You do not want to be constantly seeing the maestro's shushing gesture or the palm of his left hand. His "softer, trumpets!" indications are not always this kind and gentle. You can keep him off your case and out of your face with a simple strategy.
Your strategy: a daily generous dose of playing softly! Warning: side effects may include lack of breathingand/or boring playing. If so, take a breath and sing normally. Low decibel work should not mean loss of support or interest. The softer you play, the more you must sustain air and line. The goal is not just being quiet, but playing quiet beautifully.
Develop the skill of controlling a quiet product. Train yourself to be comfortable in pianissimo dynamics.The benefits for you are confidence and favor with audition committees. The soft excerpts are often the deal-breakers in finals. Many wield the big stick, but few can also speak softly.
TRADUÇÃO:
Quando Piano Fala Alto
Mantenha esta foto em sua mente quando praticar/estudar esta semana. Voce não quer ver o maestro ficar pedindo constantemente para que voce toque mais piano/suave, atarvés deste gesto da foto? Normalmente os gestos dos maestros não são tão gentis e educados como esta foto. Voce pode manter este gesto fora de sua vida seguindo uma simples estratégia.
Sua Estratégia: uma grande dose de estudos/práticas suaves/pianissimos. AVISO: efeitos colaterais podem incluir falta de respiração e/ou um chato momento em teu estudo. Se isto acontecer, respire muito e 'cante' toque normalmente. Poucos decibéis não deve significar perda de suporte de ar ou interesse. Quanto mais voce tocar piano/suave muito mais voce precisará sustentar seu ar e sua 'coluna' de ar. O objetivo não é simplesmente tocar piano/pianíssimo/suave, mas tocar piano/suave/pianíssimo maravilhosamente.
Desenvolva sua habilidade de controlar um 'produto' silenciosamente. Treine a si mesmo para estar confortável nas dinamicas suaves, como piano e pianíssimo. (p e pp). Os benefícios para voce serão, confiança e um ponto a mais em audições/concursos para com o júri. Os trechos orquestrais mais suaves são os que normalmente 'derrubam' muita gente na fase final de alguns concursos. Muitos podem berrar no trompete, mas poucos podem tocar gentilmente.
Muito obrigado por tua visita!
Volte aos teus estudos!
Nunca desista de teus sonhos!
Um abraço à todos!
Samuca
Thanks for stop by!
Never give up!
All the best,
Sam
Boa noite caros leitores,
Esta noite traduzirei um importante tópico, que todos nós como trompetistas em algum ponto de nossas vidas nos questionamos, e algumas pessoas, passam por estes questionamentos constantemente e por toda a vida. Espero que possa esclarecer alguns pontos, e desta forma minimizar nossas neuroses e complexidades relacionadas ao ato de tocar trompete.
VIDEO DO DIA: Maynard Ferguson e Bill Chase, caros leitores, se voces não conhecem estes dois trompetistas por favor pesquise.
There are at least five myths that have been circulating for generations – perhaps they always will. In some cases, these myths are perpetuated in order to preserve the ego of those who have not been successful. But these myths are harmful in that they detract from the understanding that achievement, of any sort, is a product of personal determination and effort.
Myth #1: “Only special ‘freaks’ can play in the high register. Don’t waste precious time trying to duplicate their efforts. There are plenty of notes below ‘high C’, on which to devote your time and effort.” FACT: Nearly any player can dramatically improve his high register. What is needed is the desire to do so, and a dedicated, systematic, approach. The high register will not succumb to the casual player.
Myth #2: “If I could find just the right mouthpiece, I too could be a high register artist!” FACT: There are mouthpieces that facilitate brilliance and intensity of sound. These mouthpieces, sometimes labeled “high velocity”, are more “V” shaped, as opposed to “bowl” shaped. Sometimes, usually at the music store when we are “trying” mouthpieces, almost any mouthpiece appears to be superior to the one we are now playing – hence the answer to all our prayers. But pitch is determined by frequency of vibration of your lip. If you can play a C4 on a Schilke 13a4a, you can also do so on a Bach 1 – or any other mouthpiece. Don’t get into the “drawer full of mouthpieces” syndrome. Chose a rim that is comfortable, provides an appropriate “sound” for music/genre in which you are playing, allows good “tongue-ability” and adequate flexibility – then LEARN TO PLAY IT! I am convinced that a larger cup diameter and a more “open” throat actually facilitate the development of the parameters which make high register performance possible. This is perhaps analogous to “swinging two bats before stepping up to the plate.” NOTA BENE – I did NOT say it would be “easier” for you to play “high” on a large mouthpiece, rather than a smaller one. You must remember that any concept of small/large is totally dependent upon YOU! You might just as well ask “what size shirt do you wear”, as ask “what size mouthpiece do you recommended”?
Myth #3: “I need a special trumpet – after all, you only get what you pay for.” FACT: Mouthpiece receivers, varying bores, different bell sizes, and various metal alloys will alter the timbre and playing characteristics of the instrument. But so often, as we are “trying-out” new trumpets, we interpret “feels different” to mean, “is better.” A case in point is the trendy description of “free blowing”, which we hear so often today. In my estimation, this quality is, by no means, universally desirable. Finally, the trumpet, in fact, has even less to do with lip vibration, which determines pitch, than does the mouthpiece.
Myth #4: “Playing and practicing in the high (G2 to C5) register will ruin the middle and low registers and make my tone brittle and laser-like”. FACT: Not practicing all registers equally will allow “one-sidedness” to take place. Practicing the pedal register, especially, will serve to counteract the extreme compression required to perform the high register. More than likely, a piercing, laser-like sound and a “blatty” low register is really the fault of a (for YOU) too small, too shallow mouthpiece. This combination often leads to “jamming” the mouthpiece (into your chops) in order to reach the higher tones – a technique which is sure to elicit the above mentioned complaints.
Myth #5: “You must play in all registers without changing your embouchure”. FACT: I don’t disagree with the above statement at face value, that is, to the extent that was actually intended. But I believe it has been interpreted far too literally because of semantics or simply insufficient explanation. Without reading between the lines, the statement is nonsense! No two tones are played with precisely the same lip setting, let alone the entire register of the trumpet. What is needed is a constantly adjusting embouchure which is capable of moving from the lowest register (soft, forward, and relaxed) through to the very highest register (rolled-in, firm, and tightly compressed). Re-read the last sentence and memorize it. It is urgent that you understand what is meant. The understanding which you believe that you have right now will no doubt be altered as you progress toward the constantly adjusting embouchure. We practice five octaves scales and arpeggios, WITHOUT STOPPING TO RESET THE MOUTHPIECE. In order to be able to do this, it is necessary to be able to adjust your embouchure while playing.
TRADUÇÃO:
Os Cinco Mitos de Tocar Trompete
Existem pelo menos cinco mitos que circulam por gerações, e talvez circulará para sempre. Em alguns casos, eles são perpetuados, afim de protegerem os egos daqueles que não foram bem sucedidos. Porém, este mitos são prejudiciais na medida em que prejudica o entendimento de que a realização/conquista, de qualquer sorte, é um produto de determinação e esforço pessoal.
Mito #1: "Somente pessoas "especiais" "freaks" podem tocar no registro agudo e super agudo. Não deperdiçe teu precioso tempo tentando reproduzir seus feitos. Há uma abundância de notas abaixo do Dó4, que é o Dó super agudo, (duas oitavas acima do Dó terceiro espaço), nas quais voce deve se dedicar e praticar". FATO: Quase todos trompetistas podem melhorar seu registro agudo. O que é necessário é um desejo de faze-lo e uma abordagem dedicada e sistemática. O registro agudo/super agudo nõ irá sucumbir com o instrumentista 'normal'.
Mito #2: "Se eu pudesse encontrar apenas o bocal certo, eu também poderia ser um artista do registro agudo/super agudo." FATO: Existem bocais que facilitam o brilho e a intensidade do som. Estes bocais algumas vezes rotulados de "high velocity/ alta velocidade" são geralmente em formatos em "V", em oposição aos de formatos em "Bowl/Bacia" Algumas vezes quando estamos 'experimentando' novos/diferentes bocais, geralmente qualquer bocal aparenta ser de melhor qualidade e desempenho que o nosso bocal atual, dando-nos assim todas as repostas para nossas orações. Mas, a altura é determinada pela frequencia da vibração de teus lábios. Se voce consegue tocar um Dó4 (Dó super-agudo) em um bocal Schilke 13a4a, voce também conseguirá em uma bocal Bach 1, ou qualquer outro bocal. Não se meta na sindrome da "gaveta cheia de bocais." Escolha uma borda que seja confortável, e proporcione o apropriado de som para a música/estilo que voce está trabalhando, que permita boa 'habilidade na língua', e adequada flexibilidade, e entõ APRENDA A TOCAR NELE! Estou convencido que um 'copo' mais largo e uma 'garganta' (bocal) mais aberta, facilitará o desenvolvimento dos parametros que fará com que o registro agudo/super agudo seja possivel. VEJA BEM: eu não disse que seria mais fácil tocar no registro agudo/super agudo em um bocal grande/fundo ao invés de um pequeno/raso. Voce deve lembrar que qualquer conceito de fundo/raso está totalmente ligado ao indivíduo, (cada um é cada um, o que funciona para mim, pode não funcionar para voce)! Voce poderia muito bem perguntar: Qual tamanho de camisa voce usa/veste? como perguntar: Qual tipo/tamanho de bocal voce pode me recomendar?
Mito #3: "Eu preciso de um trompete especial, afinal voce só recebe por aquilo que paga." FATO: Os receptores de bocais, variam de diametro, os diferentes tamanhos e modelos de campanas e ligas dos metais, somentem mudam o timbre e as características do instrumento. Mas geralmente quando estamos 'experimentando' novos instrumentos, nos confundimos com a relação 'um sentir diferente' com 'soa melhor'. Uma descrição melhor é nova tendencia de falar em 'free blowing/sopro livre', que ouvimos mutas vezes hoje. Em minha opinião (Clyde E. Hunt) esta qualidade é de nenhuma maneira a universalmente desejável. Finalmente, o trompete na verdade, tem muito menos a ver com a vibração labial, que determina a altura, do que o bocal.
Mito #4: "Tocar e praticar na região aguda/super aguda (G2 a C5, Sol acima do pentagrama, Dó duas oitavas acima do Dó agudo) arruinará suas notas nas regiões médias e graves, e fará com que teu som fique frágil e parecido com um som de 'laser'" FATO: Não praticar todas as regiões semelhantemente, fará com que uma das regiões se desenvolva mais que a outra. Praticar principalmente o registro pedal, compensará a enorme pressão requerida para se tocar nas regiões agudas e super agudas. Mais do que um som 'perfurante' e 'gritante', e um registro grave muito pobre de harmonicos, está totalmente relacionada ao teu bocal (para voce) muito raso e pequeno. Esta combinação normalmente leva o bocal 'interferir' (dentro do teus lábios), afim de que voe consiga tocar as notas agudas - uma técnica que certamente é a mais aporpriada para se ter um resultado acima citado, ou seja um som muito pobre de harmonicos, 'um som magro'.
Mito #5: "Voce deve tocar em todos os registros sem mudar a posição de sua embocadura". FATO: Eu (Clyde E. Hunt) não discordo desta afirmação, no entanto..Eu acredito que tem sido interpretada muito literalmente, talvez por causa da semantica ou por falta de explicações apropriadas. Sem voce ler/ver as entre linhas, esta afirmação não tem sentido. Nem duas notas é possivel serem executadas com a mesma posição de embocadura, imagine então um registro inteiro do trompete. O que se faz necessário é uma embocadura ajustável, que permita sair do grave para o agudo (suave, para frente,e relaxado) através das mais altas notas do trompete (enrolado para dentro, firme, levemente comprimido). Releia a ultima sentença e tente memorizá-la. É extremamente importante que voce entenda o que se está querendo dizer aqui. O entendimento que voce acredita que possui agora, irá paulatinamente se modificar, na medida que voce for se desenvolvendo e se ajustando com sua embocadura. Nós tocamos cinco oitavas, (quero aqui expressar que eu, Samuel Almeida Proença, em algumas escalas consigo tocar 3 oitavas), de escalas e arpegios SEM RETIRAR O BOCAL DOS LÁBIOS, para que isto seja possivel, é necessário ter uma embocadura flexível.
Obrigado por tua visita!
Volte aos teus estudos diários!
Nunca desita!
Um abraço
Samuca
Thanks for stop by!
Never give up!
Keep practicing!
My best wishes for you!
Sam
Esta semana achei um Blog chamado TRUMPET MATTERS (Questões Trompete), enfim este Blog foi criado por Phil Collins, principal trompete da Cincinnati Symphony Orchestra, já aposentado. Gostei deste Blog, e pedi permissão para ele para traduzir alguns dos artigos que ele colocar na net, ele muito gentilmente me cedeu esta oportunidade.
Sam, You worked with one of the greats. Fred is much missed. By all means you are welcome to translate any of this that might be of help to people. Phil
8:56 AM
VIDEO DO DIA:
Nesta gravação podemos ouvir Maurice Andre, tocando o Oratório de Natal de J.S.Bach. Os trompetistas são Maurice Andre,Bernhard Gediga e Wilhelm Oppermann
Imagine filling your car up with gas for a long road trip. You're off and running smoothly. Eventually your gas gauge approaches E, and you must pull over to refuel. For some unknown reason you hurriedly fill the tank only half way before continuing on your long drive.
In less than an hour you must stop again. This time you quickly pump only a couple of gallons. In mere miles you frantically pull off the road, this time adding a measly two pints of gas. At the next station it's just a few dribbles of precious fuel before plunging back into traffic. Soon your long journey is no longer any fun for you or for your engine which is now straining to run on the fumes.
My dad always warned not to let the gas gauge go below half. " Keep the tank full", he said. I took that as a breathing lesson. "The car does not run as well on the bottom of the tank", he would lecture. "It strains the engine." Likewise the brass player has to work much harder when only a small supply of air is used.
Say your long road trip is the off stage Post Horn Solo from the Mahler 3rd Symphony. After a very large intake of air you pull into traffic ever so stealthily, joining the onstage C in perfect harmony. Your good air supply is serving you very nicely, and you are in control and loving it. At the end of the very first phrase however you get a bit rattled as there is so little time to refuel. A hint of panic flashes across your mind as you know you did not get enough air for the next passage. That high A is approaching up ahead, and you only took a sip when you needed to guzzle!
This bad dream has only just begun, for the notes are coming at you faster than you can keep them filled with air. You've got another page and a half to go and already you are gasping! You look around, but there is no assistant in sight! You must learn to survive.
Arnold Jacobs maintained that brass playing is less about chops and more about wind. We don't have chop problems, we have air deficiencies. "Your embouchure is starved for air", he would say. A full intake of air must be followed by an efficient release of the air. There seemed to be nothing that couldn't be remedied by a good dose of wind and song. His first suggestion for my running-out-of-gas dilemma: "Phil, make sure all of your breaths are as full as the first one."
TRADUÇÃO:
Imagine abastecer teu carro com combustível para uma viagem longa. Voce iniciou sua viagem e está tudo correndo perfeitamente. Eventualmente o ponteiro do combustível irá mostrar que voce está na 'reserva', e voce tem de parar para reabastecer. Por alguma razão desconhecida, voce abastece somente pela metade antes de continuar sua viagem longa.
Em menos de uma hora voce terá de parar novamente. Desta vez voce coloca somente alguns litros. Após alguns kilometros rodados voce sai da estrada e agora coloca somente dois litros de combustível. No próximo posto de gasolina voce adiciona alguns poucos preciosos litros de combustível antes de entrar novamente no tráfego. Logo, sua longa viagem, não é nada agradável para voce e muito menos para o motor do teu carro que está 'fritando' e funcionando somente com o 'cheiro' do combustível.
Meu pai sempre me dizia, nunca deixe o ponteiro ficar abaixo da metade, sempre mantenha o tanque cheio, ele dizia. Eu tiro daí, uma lição de respiração. "O carro não funciona muito bem, quando está na reserva do combustível" ele ditaria, "Força muito o motor". Igualmente para o instrumentista de metal, tudo fica muito mais complicado e difícil quando voce usa somente um pouco de ar para tocar.
Digamos que sua 'longa viagem' é o solo fora do palco, para Post Horn, na Sinfonia 3 de Mahler. Após uma tomada de ar muito grande, voce entra no tráfego bastante confiante, ajuntando com a orquestra que está no palco, em perfeita harmonia. Sua quantidade de ar está muito boa, voce está em controle e está amando.
Mas, no final da primeira frase, voce fica um pouco agitado, pois voce só tem bem pouco tempo para reabastecer. Pequenas imagens de pânico começam a surgir em tua mente, pois voce sabe que não pegou ar o suficiente para a próxima frase. Aquele Lá agudo está se aproximando, e voce somente inspirou um golinho, quando na verdade voce deveria esbanjar.
Este pesadelo está apenas no começo, pois a notas estão vindo muito mais rápidas do que voce pode 'enche-las de ar'. Voce ainda tem uma página e meia pela frente e já está ofegante. Voce olha em sua volta, mas não há nenhum assistente à vista! Voce precisa aprender a sobreviver!
Arnold Jacobs afirmava que, para tocar um instrumento de metal é menos lábios e muito mais vento (ar). Nós não temos problemas de lábios, nós temos deficiencias em nosso ar. (em nossa respiração). "Sua embocadura está faminta de ar", ele dizia. Uma inspiração gigantesca precisa vir acompanhada de uma eficiente expiração do ar. Parecia não haver nada que não pudesse ser resolvido por uma boa dose de Wind and Song 'vento e canção'. (Wind and Song, é o nome do livro de Arnold Jacobs, tubista da Chicago Symphony Orchestra). "Phil, certifique-se que todas as tuas inspirações sejam iguais a sua primeira inspiração".
A dica é, devemos aprender a tomar/inspirar, grandes quantidades de ar, mesmo que tenhamos pouco tempo para isto. Nós não teremos sempre o luxo de um 'pit stop' demorado e prolongado, para um descanso apropriado. Mel Broiles (Principal trompete da Metropolitan Orchestra por mais de 30 anos), sempre nos dizia, que os melhores tocadores de metais, inspiram grandes quantidades de ar em um pequeno tempo de respiração. Trata-se de combustível e eficiencia. Quanto maior for o suprimento de combustível maior será o seu desempenho/eficiencia.
Obrigado por tua visita!
Volte aos teus estudos!
Nunca desista!
Um abraço à todos!
Samuca
Thanks for stop by!
Get back to the practice room!
Never give up!
All the best
Sam